Pico da Bandeira – Parte 2

0 Flares 0 Flares ×

Continuando a história do Post anterior, a foto que ilustra a capa de hoje foi tirada no 2º dia da trilha do Pico da Bandeira, quando atacamos o cume e “conquistamos” o 3º pico mais alto do Brasil.

A noite que passamos no Terreirão fez bastante frio. Eu ainda demorei um pouco a dormir, porque fiz questão de fazer algumas fotos que postei na Parte 1, fazendo a foto de longa exposição do céu todo estrelado e outra da lua maravilhosa que iluminava a noite. Quando resolvi entrar na barraca pra descansar um pouco, minha namorada (super friorenta!) quase me matou quando eu disse que estava com uma meia só e que não estava com tanto frio… rsrs, mas consegui sobreviver!

Acordamos às 2h da manhã, preparamos a mochila, nos alimentamos e iniciamos a segunda parte da trilha. No segundo trecho, são 3,2km de muita subida… bem mais puxado do que a primeira parte. O lado bom é que pudemos deixar a barraca montada no Terreirão e subimos com menos peso.

Porém, como somos inexperientes, erramos a mão na roupa… começamos a andar e, consequentemente, a suar demais. Logo começamos a nos desfazer dos agasalhos e, na primeira pausa para descansar, sentimos muito frio… e assim foi até chegar ao Pico da Bandeira. Chegamos lá um pouco antes do sol nascer, exatamente como planejado. A única coisa que não estava como planejado era o vento e o frio absurdo que fazia lá no alto!

Depois de cumprir nosso objetivo, descemos rumo ao Terreirão. Chegamos lá realizados, mas MUITO cansados. Desfizemos as nossas barracas e arrumamos as mochilas para terminar de descer… e foi nessa hora que apelamos para o “formigão”. Na verdade, o “formigão” são mulas com um cesto de palha de cada lado e que você pode pagar ($$$) para subir/descer com as suas bagagens.

Uma pausa para explicar o motivo de chamar uma mula de formiga... ao ver a quantidade de peso que ela conseguia carregar, fiz o seguinte comentário com as pessoas que estavam comigo: "caramba, essa mula parece uma formiga... aguenta várias vezes o peso do próprio corpo". Mas, como tudo é motivo para sacanear os amigos, quando respirei no meio da frase ninguém perdoou e, à partir daquele momento, ninguém mais chamou a pobre mula de mula.

Voltando à história original, terminamos de descer com a ajuda de duas “formigas” e, para ser bem sincero, estávamos exaustos. No final de tudo, foi um final de semana muito intenso e uma experiência espetacular. Eu recomendo!

Seguem algumas fotos do segundo dia dessa aventura:

 

0 Flares Facebook 0 Twitter 0 Google+ 0 Pin It Share 0 StumbleUpon 0 LinkedIn 0 Email -- 0 Flares ×

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>